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Justiça protege grávida após relatos de três episódios de violência no DF

Justiça protege grávida após relatos de três episódios de violência no DF

14 de agosto de 2026

Justiça protege grávida após relatos de três episódios de violência no DF

 

Ex companheira de Matheus Mayer Milanez relata agressões desde dezembro de 2025; advogado nega as acusações e afirma que apresentará esclarecimentos no processo

A Justiça do Distrito Federal concedeu medida protetiva a uma mulher grávida que acusa o ex companheiro, o advogado Matheus Mayer Milanez, de episódios de violência ocorridos entre dezembro do ano passado e agosto deste ano. O advogado nega ter praticado qualquer agressão. (Segundo os relatos apresentados no processo, o primeiro episódio teria ocorrido em 27 de dezembro de 2025, durante uma comemoração. A mulher afirma que foi empurrada, caiu e bateu a cabeça no chão. O pai de Matheus teria presenciado a situação e repreendido o filho.

Um segundo caso teria ocorrido em 13 de junho. Conforme a acusação, a mulher foi empurrada contra um sofá e ficou com um hematoma no braço. Na ocasião, ela procurou uma amiga e relatou o ocorrido.

Já em 2 de agosto, a ex companheira afirma ter sido novamente empurrada e obrigada a deixar a residência. Fotografias das supostas lesões e conversas relacionadas aos episódios foram apresentadas no processo.

Medida estabelece distância de 300 metros

Diante dos relatos, a Justiça determinou que Matheus permaneça a pelo menos 300 metros da ex companheira e não mantenha contato com ela por telefone, mensagens, redes sociais ou outros meios de comunicação. O descumprimento da determinação poderá resultar em prisão preventiva.

Matheus Mayer Milanez ganhou projeção ao atuar na defesa do general Augusto Heleno e atualmente disputa uma vaga de deputado federal pelo Distrito Federal.

O advogado afirma que as acusações não correspondem à sua versão dos acontecimentos. Ele declarou respeitar o devido processo legal e sustenta que os fatos serão esclarecidos pelas provas apresentadas nos autos.

O caso permanece sob análise da Justiça. A existência da medida protetiva tem caráter preventivo e não representa julgamento definitivo sobre as acusações apresentadas pela ex companheira.

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