
O oportunismo eleitoral descobre a dignidade do trabalhador na escala 6×1
Relator na CCJ do Senado mantém texto da Câmara que acaba com a jornada de 44 horas semanais, atropelando emendas patronais às vésperas das eleições municipais.

Relator na CCJ do Senado mantém texto da Câmara que acaba com a jornada de 44 horas semanais, atropelando emendas patronais às vésperas das eleições municipais.

Aprovada pela Câmara dos Deputados e tratada como uma das pautas trabalhistas mais relevantes dos últimos anos, a PEC da escala 6×1 chegou ao Senado cercada de expectativa. Um mês depois, porém, a proposta continua sem data para votação, expondo dificuldades de articulação política e aumentando o risco de que o tema fique para depois do recesso parlamentar.

Toda vez que Brasília decide reorganizar o mundo do trabalho, alguém faz as contas. E, quase sempre, a calculadora acaba parando no caixa do supermercado. A aprovação da proposta que acaba com a tradicional escala 6×1 passou pela Câmara dos Deputados com ampla maioria, 461 votos favoráveis contra apenas 19

Toda vez que Brasília decide reorganizar o mundo do trabalho, alguém faz as contas. E, quase sempre, a calculadora acaba parando no caixa do supermercado. A aprovação da proposta que acaba com a tradicional escala 6×1 passou pela Câmara dos Deputados com ampla maioria, 461 votos favoráveis contra apenas 19

Relator na CCJ do Senado mantém texto da Câmara que acaba com a jornada de 44 horas semanais, atropelando emendas patronais às vésperas das eleições municipais.

Aprovada pela Câmara dos Deputados e tratada como uma das pautas trabalhistas mais relevantes dos últimos anos, a PEC da escala 6×1 chegou ao Senado cercada de expectativa. Um mês depois, porém, a proposta continua sem data para votação, expondo dificuldades de articulação política e aumentando o risco de que o tema fique para depois do recesso parlamentar.

Toda vez que Brasília decide reorganizar o mundo do trabalho, alguém faz as contas. E, quase sempre, a calculadora acaba parando no caixa do supermercado. A aprovação da proposta que acaba com a tradicional escala 6×1 passou pela Câmara dos Deputados com ampla maioria, 461 votos favoráveis contra apenas 19

Toda vez que Brasília decide reorganizar o mundo do trabalho, alguém faz as contas. E, quase sempre, a calculadora acaba parando no caixa do supermercado. A aprovação da proposta que acaba com a tradicional escala 6×1 passou pela Câmara dos Deputados com ampla maioria, 461 votos favoráveis contra apenas 19