
Impulsionada por gigantes como Google e Mastercard, escuderia britânica rompe barreira histórica na F1 e coloca seu CEO no mesmo patamar salarial de LeBron James e Cristiano Ronaldo.
A projeção financeira da McLaren Racing para este ano acendeu um alerta definitivo no mercado corporativo esportivo mundial. Ao colocar em seu radar uma receita estimada em US$ 1 bilhão e registrar um pagamento recorde de mais de US$ 100 milhões ao seu CEO, Zak Brown, a equipe britânica cravou