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Jovem vai parar na UTI após abordagem policial em Aparecida de Goiânia; família denuncia agressão

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Rapaz sofreu traumatismo craniano, precisou passar por cirurgia e ficou três dias internado; subtenente da Polícia Militar é apontado pela família como responsável pelo ferimento

Uma abordagem realizada durante uma fiscalização ambiental em Aparecida de Goiânia, na região metropolitana da capital, é alvo de denúncia após um jovem sofrer traumatismo craniano e precisar de atendimento médico de emergência. O episódio ocorreu na madrugada de 25 de outubro, no bairro Jardim dos Ipês.

Luís Fellipe Viana Santos foi hospitalizado depois de uma confusão envolvendo policiais militares e pessoas que estavam no local. Segundo o pai do jovem, o ferimento foi provocado por um soco desferido pelo subtenente Rodnelly Francisco de Oliveira, da Polícia Militar de Goiás.

De acordo com o relato familiar, a situação começou quando o policial teria dado um tapa no rosto de Luís Fellipe. O rapaz reagiu com um empurrão e, em seguida, teria recebido um soco na cabeça.

O impacto provocou uma hemorragia e um traumatismo craniano, exigindo uma cirurgia. A vítima permaneceu aproximadamente três dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Mônica.

Apesar da gravidade do quadro inicial, o pai informou que o filho recebeu alta hospitalar e apresenta boa recuperação.

Vídeo registra momentos de tensão

Imagens da fiscalização mostram uma confusão durante a atuação dos policiais. Os registros também indicam que outro jovem foi agredido e que os agentes utilizaram spray de pimenta durante a ocorrência.

A gravação deverá ser considerada na apuração das circunstâncias da abordagem e da conduta dos envolvidos.

Familiares questionam atendimento prestado

Além da denúncia de agressão, a família de Luís Fellipe afirma que os policiais não teriam prestado o socorro necessário após o jovem sofrer o ferimento.

Os parentes registraram um boletim de ocorrência, no qual relataram a violência e as consequências da lesão.

A denúncia envolve tanto a atuação do subtenente apontado como autor do soco quanto a conduta da equipe que participou da fiscalização.

Até o momento, as informações apresentadas não incluem posicionamento oficial da Polícia Militar de Goiás nem manifestação da defesa do policial citado.

As circunstâncias do episódio e as acusações feitas pela família ainda precisam ser esclarecidas por meio de investigação.

O caso chama a atenção para a necessidade de fiscalização das abordagens policiais e de respeito aos procedimentos de segurança, especialmente em situações de conflito entre agentes públicos e cidadãos.

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