Paris Jackson, filha de Michael Jackson, entrou com uma petição na Corte Superior de Los Angeles, na Califórnia. Ela solicita que a Justiça determine o pagamento de cerca de US$ 600 milhões, o que equivale aproximadamente a R$ 3,2 bilhões, referentes a valores pendentes do espólio de seu pai.
A petição protocolada em nome da herdeira aponta atrasos significativos na liberação de bens e valores que estavam previamente previstos no testamento do artista. O caso movimenta os tribunais norte-americanos e atrai atenção internacional para a administração do patrimônio deixado pelo icônico cantor.
Atrasos e tensões na administração do inventário
De acordo com os documentos apresentados à Justiça, a gestão dos bens tem enfrentado impasses prolongados que prejudicam os herdeiros legais. A defesa aponta que a lentidão na distribuição dos recursos viola diretrizes fundamentais estabelecidas pelo próprio artista em vida.
Especialistas em direito sucessório acompanham o caso para entender como a decisão da Corte Superior poderá impactar outros desdobramentos financeiros envolvendo o legado deixado pelo rei do pop nas últimas décadas.
Retaliações e novas audiências marcadas
Além da cobrança bilionária, a herdeira relatou ter sofrido retaliações nos bastidores após tecer críticas públicas e formais à condução administrativa do inventário. O ambiente de disputas jurídicas evidencia divisões profundas na gestão dos negócios e na tutela dos bens deixados pelo cantor.
O andamento processual prevê novos capítulos nos tribunais norte-americanos. A primeira audiência oficial para debater detalhadamente o caso e ouvir as partes envolvidas está agendada para o mês de dezembro.