Com 90.418 votos, deputado integrou a bancada de três parlamentares eleita pelo partido; no Senado, Michelle Bolsonaro e Bia Kicis conquistaram as duas vagas em disputa
A eleição de 2026 ampliou a presença do PL na representação federal do Distrito Federal. O partido elegeu três dos oito deputados federais e conquistou as duas cadeiras em disputa no Senado, com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis.
Na Câmara, Thiago Manzoni (PL) recebeu 90.418 votos, equivalentes a 5,41% dos votos válidos, conforme os dados apresentados. Entre os oito eleitos listados, ficou na quarta posição, atrás de Fábio Felix, Rafael Prudente e Alberto Fraga.
O resultado confirma sua competitividade eleitoral, mas não permite identificar, isoladamente, quais fatores determinaram a votação. Para isso, seriam necessários dados como comparações com eleições anteriores, votação por região, pesquisas e depoimentos de eleitores ou lideranças.
PL elege três deputados federais
Além de Manzoni, o PL elegeu Alberto Fraga e Izalci Lucas, formando a maior bancada partidária individual do DF na Câmara, segundo a lista apresentada.
Os oito deputados federais eleitos foram:
● Fábio Felix (PSOL): 224.224 votos
● Rafael Prudente (MDB): 119.427 votos
● Alberto Fraga (PL): 118.579 votos
● Thiago Manzoni (PL): 90.418 votos
● Julio Cesar (Republicanos): 90.092 votos
● Izalci Lucas (PL): 88.056 votos
● Agnelo Queiroz (PT): 43.542 votos
● Professor Reginaldo Veras (PV): 43.179 votos

A composição reúne partidos de diferentes correntes políticas. A informação de que a Federação PT-PCdoB-PV teria ficado com duas cadeiras, porém, não pode ser confirmada apenas com base nessa relação. A distribuição formal depende da totalização oficial e das regras aplicáveis às federações.
Manzoni ficou 326 votos à frente de Julio Cesar e 2.362 votos acima de Izalci Lucas. Como os dados apresentados reúnem apenas os vencedores, é possível afirmar que ele foi o quarto mais votado entre os eleitos listados, mas não necessariamente o quarto colocado entre todos os candidatos.
Distribuição das cadeiras
A eleição para deputado federal segue o sistema proporcional. As vagas são distribuídas entre partidos e federações conforme o desempenho coletivo, considerando quociente eleitoral, quociente partidário, cláusula de desempenho e regras de distribuição das sobras.
Os 90.418 votos contribuíram para o desempenho do PL e permitiram que Manzoni ocupasse uma das vagas destinadas à legenda. A eleição dos três deputados do partido, contudo, resultou do conjunto de votos obtidos pelo PL e da aplicação da fórmula proporcional.

No Senado, as duas cadeiras em disputa ficaram com Michelle Bolsonaro e Bia Kicis.

Michelle terminou em primeiro lugar, com 938.496 votos, correspondentes a 29,05% dos votos válidos. Bia conquistou a segunda vaga, com 886.616 votos, ou 27,44%. Juntas, somaram 1.825.112 votos.
As duas superaram candidaturas como Leila do Vôlei, do PDT, e Erika Kokay, do PT. Diferentemente da Câmara, a eleição para o Senado é majoritária: quando há duas vagas, são eleitos os dois candidatos mais votados, independentemente do desempenho partidário.

Michelle amplia no Senado a presença nacional do grupo político associado ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Bia Kicis, que já exerceu mandato na Câmara, chega à Casa com votação igualmente expressiva, de acordo com os dados apresentados.
Uma bancada plural
Embora o PL tenha elegido três deputados federais e conquistado as duas vagas do Senado, a representação do Distrito Federal reúne partidos de diferentes campos políticos.
Fábio Felix, do PSOL, foi o deputado federal mais votado da lista, com 224.224 votos. MDB, Republicanos, PT e PV também elegeram representantes.

Com três deputados federais e duas senadoras, o PL encerra a eleição, segundo os dados apresentados, como a principal força partidária do Distrito Federal na representação federal. Thiago Manzoni chega ao Congresso com 90.418 votos e uma das maiores votações entre os eleitos, embora os dados disponíveis não permitam determinar, isoladamente, as razões de seu desempenho.