O portal DF Notícias detalhou o ataque c
ibernético sofrido pela CNN Brasil na ferramenta digital “Raio-X dos Candidatos”, ambiente voltado para a cobertura e consolidação de dados das eleições de 2026. Na ocasião do incidente, criminosos virtuais invadiram externamente a aplicação e alteraram temporariamente o perfil do atual presidente e candidato à reeleiç
ão, Luiz Inácio Lula da Silva, substituindo seu nome de urna pelo termo “LADRAO” em letras maiúsculas. O campo destinado à exibição de seu partido político também foi corrompido, exibindo a mensagem de erro técnico “undefined”.
Diante da repercussão imediata e de teorias que sugeriam erro técnico interno ou sabotagem por parte de colaboradores, a emissora emitiu um posicionamento oficial completo detalhando o ocorrido, que reproduzimos na íntegra a seguir:
Posicionamento Oficial da CNN Brasil
A nota oficial divulgada pela emissora esclarece que um ataque hacker na manhã de segunda-feira (5) alterou indevidamente o perfil do candidato Luiz Inácio Lula da Silva na ferramenta “Raio-X dos Candidatos”. A CNN destacou que os dados são obtidos do TSE e que a alteração decorreu de uma ação externa, não de interferência editorial. O texto completo do comunicado pode ser consultado na referência. A emissora removeu temporariamente o “Raio-X dos Candidatos” e a “Colinha Eleitoral”, ressaltando que nenhuma página de apuração foi afetada e que o perfil completo permaneceu correto. Após identificar e corrigir a vulnerabilidade, a CNN iniciou a resincronização de cerca de 20 mil candidatos com a base do TSE e uma revisão de segurança. A análise inicial descarta a participação de colaboradores internos, e a emissora avalia medidas jurídicas e reafirma seu compromisso ético.
Rastreamento identifica IP nos Estados Unidos
A invasão explorou uma vulnerabilidade em uma aplicação terceirizada do portal, com registros indicando uma conexão mascarada por um endereço de IP localizado nos Estados Unidos.
Como contenção, as plataformas ligadas ao painel foram isoladas preventivamente, e o banco de dados foi saneado com o uso direto da API do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), mantendo o caso sob auditoria jurídica e de segurança.