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Sina Continental? Atlético-MG leva susto no Uruguai e decide a final da Sul-Americana 2026 contra o Boca Juniors

O Clube Atlético Mineiro está em mais uma decisão continental! O Galo carimbou seu passaporte para a grande final da Copa Sul-Americana de 2026. A classificação veio após o time segurar a vantagem diante do Montevideo City Torque, mesmo sofrendo uma derrota por 2 a 0 no Estádio Centenário. Como havia goleado os uruguaios por 3 a 0 na Arena MRV, o Alvinegro avançou pelo placar agregado de 3 a 2.

Agora, o time comandado por Eduardo Domínguez viaja até Barranquilla, na Colômbia, para tentar espantar de vez o fantasma dos vice-campeonatos recentes. O Galo busca reescrever as histórias de 2024 (quando perdeu a final da Libertadores para o Botafogo) e de 2025 (quando ficou com o segundo lugar na própria Sul-Americana diante do Lanús).

Saiba como foi: Boca Juniors cala o Maracanã e elimina o Vasco

O adversário do Atlético-MG na grande finalíssima será o Boca Juniors, que estragou a festa da torcida carioca na outra semifinal. O Vasco da Gama havia vencido o jogo de ida por 1 a 0 em plena Bombonera. Porém, o time argentino fez valer a sua tradicional mística copeira e aplicou um 3 a 1 contundente no Maracanã lotado.

O confronto de volta no Rio de Janeiro foi tenso e recheado de falhas cruciais:

  • Início desastroso: Logo aos 4 minutos do primeiro tempo, Blanco cobrou escanteio e Lautaro Di Lollo subiu mais que toda a zaga cruzmaltina para cabecear no contra pe de Léo Jardim, abrindo o placar para o Boca.
  • Ampliação xeneize: Aos 34 minutos, o zagueiro vascaíno Saldivia errou um passe de cabeça no meio-campo. Villa roubou a bola e acionou Miguel Merentiel, que avançou livre e tocou com categoria na saída do goleiro.
  • Respiro carioca: O Vasco voltou mais agressivo na segunda etapa. Aos 21 minutos, Cuiabano cruzou rasteiro, a bola atravessou a área e sobrou para o lateral Puma Rodríguez finalizar de primeira, anotando um belo gol e empatando o placar agregado (2 a 2). O Maracanã explodiu e o jogo parecia caminhar para os pênaltis.
  • O balde de água fria: Aos 43 minutos regulamentares, o volante Leandro Paredes arriscou um chute venenoso de muito longe. O goleiro Léo Jardim aceitou em uma falha clamorosa, decretando o 3 a 1 e assegurando a vaga do Boca Juniors em Barranquilla.

Terceira final continental seguida do Galo

Com o feito, o Atlético-MG chega à sua 10ª final continental na história. Além disso, alcança o recorde nacional de três finais consecutivas em competições da CONMEBOL (2024, 2025 e 2026).

O embate do dia 21 de novembro promete parar a América do Sul. De um lado, o Galo tentando quebrar a sina de vices. Do outro, o Boca Juniors tentando se isolar como o primeiro tricampeão da história da Sul-Americana.

 

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