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Operação Carbono Oculto: Saiba Quem é o Empresário Mineiro

A Operação Carbono Oculto avançou para sua terceira fase com novas investigações sobre esquemas de lavagem de dinheiro. Entre os principais alvos das autoridades está o empresário Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido popularmente como Mineiro. Por esse motivo, agentes de segurança cumpriram mandados de busca e apreensão em diferentes estados do país. O investigado responde por movimentações financeiras suspeitas e contratos sob intensa análise judicial.

Quem é o empresário Antônio Carlos Freixo Júnior?

O empresário é proprietário da firma Entre Investimentos e atua ativamente no mercado financeiro. Além disso, os investigadores o apontam como operador ligado ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Por causa de sua atuação internacional, pessoas do setor o chamavam de “pioneiro nas Bahamas”. Ele construiu estruturas offshore complexas para gerenciar recursos no exterior.

Contudo, Mineiro concordou em colaborar com a Justiça nos últimos meses. Ele assinou um acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. Em seu depoimento, o empresário detalhou repasses financeiros direcionados ao fundo Havengate.

Suspeitas de lavagem de dinheiro e apostas

A nova etapa das apurações revelou dados impressionantes sobre os ganhos do empresário. De acordo com a Receita Federal, Mineiro recebeu R$ 176 milhões em apostas e prêmios. Ao todo, ele figura como ganhador de 570 premiações em loterias e jogos. Por essa razão, os fiscais suspeitam do uso de jogos para dissimular valores ilícitos.

Ademais, as apurações indicam conexões do empresário com o financiamento do filme Dark Horse. A obra retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro e recebe fiscalização rigorosa dos órgãos de controle.

Quem é Mineiro, empresário ligado a Vorcaro e alvo da Carbono Oculto

O alcance da Operação Carbono Oculto

A força-tarefa reúne o Ministério Público de São Paulo, a Receita Federal e as polícias estaduais. Desta vez, os agentes focam em esquemas criminosos com infiltração no setor de combustíveis. Dessa forma, a operação busca desarticular uma grande rede de ocultação de patrimônio.

A investigação identificou a compra de uma distribuidora de combustíveis por meio de estruturas paralelas. Por conseguinte, os alvos movimentaram mais de R$ 370 milhões em direitos creditórios fraudulentos. Além de Mineiro, executivos do setor financeiro sofreram mandados de busca e apreensão. Assim, as autoridades continuam analisando documentos apreendidos para aprofundar as apurações nos próximos dias.

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