A jovem Vivienne Jolie obteve autorização da Justiça americana para remover oficialmente o sobrenome paterno de seus registros. Aos 18 anos, ela passa a assinar apenas como Vivienne Marcheline Jolie, deixando de carregar a identificação ligada a Brad Pitt.
A decisão foi oficializada por um magistrado em Los Angeles, consolidando mais uma etapa nas mudanças de registro civil adotadas pelos herdeiros da famosa família de Hollywood.
A desvinculação familiar no tribunal
O processo judicial conduzido em Los Angeles atendeu ao pedido formal feito pela jovem ao atingir a maioridade. Com a medida, a filha de Angelina Jolie alinha-se aos irmãos que tomaram decisão semelhante em momentos anteriores.
A alteração documental reforça o distanciamento jurídico em relação ao ator norte-americano, refletindo questões que vêm sendo acompanhadas de perto pela imprensa internacional ao longo dos últimos anos.
Histórico de mudanças entre os irmãos
Antes da oficialização por parte de Vivienne, outros filhos do ex-casal já haviam buscado a remoção do sobrenome paterno nos registros oficiais. Nomes como Shiloh, Zahara e Maddox também optaram por utilizar apenas a identificação materna em suas atividades cotidianas e profissionais.
As movimentações nos tribunais evidenciam uma tendência de autonomia legal entre os jovens da família, que buscam resguardar suas identidades de forma independente das disputas públicas envolvendo os pais.
Repercussão pública e o papel de Angelina Jolie
A condução dessas questões jurídicas tem ocorrido de maneira discreta, mas com grande repercussão na mídia global especializada em celebridades. A atriz Angelina Jolie tem mantido o foco na criação dos filhos enquanto as alterações burocráticas avançam no sistema judiciário dos Estados Unidos.
O desfecho do processo de Vivienne encerra mais um capítulo jurídico envolvendo a família, mantendo os holofotes voltados para os desdobramentos das relações parentais no meio artístico.