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VDEO: REAPARECEU O ‘PROFETA’ SIMÓN APÓS ADVERTIR SOBRE TERREMOTO NA COLÔMBIA: VEJA O QUE ELE DISSE

VDEO: REAPARECEU O ‘PROFETA’ SIMÓN APÓS ADVERTIR SOBRE TERREMOTO NA COLÔMBIA: VEJA O QUE ELE DISSE

12 de agosto de 2026

A reaparição de Simón, o homem de Medellín que viralizou nas redes sociais ao afirmar que previa um forte terremoto na Colômbia para o dia 10 de agosto, gerou intensa movimentação e debates na internet. Após a data passar sem o registro de eventos catastróficos com as proporções anunciadas, a figura voltou a se manifestar publicamente para comentar a repercussão de suas declarações e tentar explicar o desfecho do episódio.

A propagação do vídeo original havia provocado apreensão em milhares de moradores, levando especialistas e órgãos governamentais a reforçarem esclarecimentos sobre a imprevisibilidade de abalos sísmicos.

A justificativa e as novas declarações do ‘profeta’

Em sua nova aparição, o homem abordou as críticas recebidas após o não cumprimento da previsão catastrófica e buscou reinterpretar os fatos que ganharam as redes:

 Reinterpretação do Evento: Em vez de admitir um erro absoluto, o homem alegou que o tremor que de fato ocorreu na região no período foi uma manifestação “atenuada” ou que as orações e a mobilização das pessoas teriam evitado uma tragédia maior.

 Apelo ao Cuidado: Ele afirmou que seu objetivo principal com o alerta inicial não era gerar pânico moral ou desespero, mas sim chamar a atenção da população para a importância da preparação e da reflexão espiritual.

 Críticas pelo Alarmismo: Apesar da tentativa de amenizar o discurso, internautas e autoridades locais criticaram a postura por ter gerado ansiedade desnecessária em famílias e congestionado canais de informação.

O posicionamento da comunidade científica e geológica

Diante do fenômeno viral, autoridades em geofísica e o Serviço Geológico da Colômbia reiteraram posicionamentos firmes sobre a previsão de tremores de terra

impacto do alarmismo nas redes sociais

Casos como o de Simón evidenciam o poder de amplificação das redes sociais em situações de vulnerabilidade física ou psicológica da população:

1. Disseminação do Pânico: A rápida viralização de conteúdos sensacionalistas faz com que teorias sem fundamentação científica alcancem milhões de pessoas em poucas horas.

2. Descredibilização de Canais Oficiais: O ruído gerado por previsões infundadas dificulta a comunicação de emergência feita por órgãos sérios de defesa civil.

3. Cultura de Orientação: Autoridades recomendam que a população busque informações exclusivamente em fontes governamentais e institutos de pesquisa qualificados para entender os riscos reais da região onde residem.

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