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Uefa recua em boicote após garantias da Fifa, mas mantém articulação em oposição a Infantino

Entidade europeia recebeu indicações de que o plano de vender direitos da Copa do Mundo a investidores privados foi alterado; foco agora é a articulação política para o pleito futuro.

A Uefa decidiu retirar a ameaça de boicotar as competições da Fifa. No entanto, a entidade máxima do futebol europeu indicou que prosseguirá com sua articulação política. O recuo e os novos passos foram pauta de discussão em reunião do Comitê Executivo da Uefa.

O contexto do recuo

A ameaça de boicote havia sido motivada pelo plano relacionado à comercialização de direitos da Copa do Mundo. O recuo estratégico ocorreu após discussões e avaliações sobre o andamento do projeto e a necessidade de preservar a participação de seleções em competições internacionais.

A articulação política e os bastidores

A Uefa informou à BBC Sport sobre as discussões em torno do processo eleitoral para a presidência da Fifa.
No cenário político, as movimentações envolvem diferentes lideranças:
  • Victor Montagliani: O presidente da Concacaf é citado em análises de bastidores como uma figura de articulação no cenário internacional.
  • Aleksander Čeferin: O presidente da Uefa atua na organização do bloco europeu de acordo com as diretrizes da entidade.

Movimentações nas federações

O panorama político envolve negociações entre as associações membras da Fifa. Federações nacionais têm reavaliado suas posições e manifestado diferentes visões sobre a liderança da entidade máxima do futebol.

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