Entretenimento

“Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra” e o Caos Delicioso do Imprevisível

Depois de quase uma década longe das telas, o diretor Gore Verbinski (Piratas do Caribe, Rango) prova que o tempo em “hibernação” não diminuiu sua capacidade de criar mundos visualmente exuberantes e narrativamente audaciosos. Em “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra” (*Good Luck, Have Fun, Don’t Die*), ele entrega uma sátira

“MICHAEL” – O mundo desejou esse filme

Imagine o momento em que as luzes se apagam na sala de cinema, o silêncio cai e, de repente, os primeiros acordes de uma infância em Gary, Indiana, explodem na tela, é isso que “Michael”. Dirigido por Antoine Fuqua e escrito por John Logan, entregam uma cinebiografia musical épica, o filme

“ZICO: O SAMURAI DE QUINTINO” – Uma aula de gestão de carreira e caráter.

O cinema brasileiro tem uma longa tradição de flertar com seus ídolos esportivos, mas poucos documentários conseguem capturar a essência da “santidade laica” de forma tão precisa quanto “Zico, o Samurai de Quintino”. O filme não é apenas um registro cronológico de gols; é um estudo sobre a disciplina férrea

“Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra” e o Caos Delicioso do Imprevisível

Depois de quase uma década longe das telas, o diretor Gore Verbinski (Piratas do Caribe, Rango) prova que o tempo em “hibernação” não diminuiu sua capacidade de criar mundos visualmente exuberantes e narrativamente audaciosos. Em “Boa Sorte, Divirta-se, Não Morra” (*Good Luck, Have Fun, Don’t Die*), ele entrega uma sátira

“MICHAEL” – O mundo desejou esse filme

Imagine o momento em que as luzes se apagam na sala de cinema, o silêncio cai e, de repente, os primeiros acordes de uma infância em Gary, Indiana, explodem na tela, é isso que “Michael”. Dirigido por Antoine Fuqua e escrito por John Logan, entregam uma cinebiografia musical épica, o filme

“ZICO: O SAMURAI DE QUINTINO” – Uma aula de gestão de carreira e caráter.

O cinema brasileiro tem uma longa tradição de flertar com seus ídolos esportivos, mas poucos documentários conseguem capturar a essência da “santidade laica” de forma tão precisa quanto “Zico, o Samurai de Quintino”. O filme não é apenas um registro cronológico de gols; é um estudo sobre a disciplina férrea